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quarta-feira, 3 de março de 2010

Um coelho cheio de sorte

"Um coelho cheio de sorte"

...um livro que aconselho como fonte de inspiração...

Muitos podem pensar alto, como obvio ... "sei bem porque compras-te o livro"...  mas não, comprei e li este livro pela sua issência, pela lição que tenta mostrar!

Porque é que algumas pessoas têm mais sorte do que a maioria?

Um Coelho Cheio de Sorte é uma fábula intemporal sobre os reveses da fortuna e o modo de os superar numa linguagem acessível e imaginativa, o autor apresenta-nos um simpático coelho, João Sortudo, que nada faz pela sorte - até ao dia em que é despedido, e se vê obrigado a desenvolver uma nova postura perante a vida.
Durante a leitura deste livro para além da forma como o autor escolheu a escrita gostei tambem das elustrações criadas por Liliana Lourenço, mas uma coisa que chamou-me atenção, foi a modo que o autor escolheu para dar uma especie de lição de vida. O autor criou frazes intuitivas que ao ler-mos o livro nos faz lembrar ou renascer momentos da nossa vida, por exemplo:
  • A sorte e o azar de cada coelho dependem, em grande parte,dos seus pensamentos e acções...
  • Ver o lado bom do azar é um comportamento de um coelho com sorte. Isso comtribui para o coelho com sorte deixar de remoer o passado e para se concentrar nas acções que podem melhorar o seu futuro...
  • Um coelho com sorte não faz drama do seu azar...
  • Um coelho descontraido nota melhor as oportunidades a sua volta... 
Na verdade acho que todos nos temos um coelho da sorte dentro de nós e que a sorte não é algo que qualquer um tenha mas sim que qualquer um possa criar...


RSousa





"A sorte não é uma habilidade mágica ou uma dávida dos deuses. Na realidade, é um estado de espirito, um modo de pensar e um tipo de comportamento.
As pessoas não nascem azaradas. Criam muita da sua própria sorte ou azar por intermédio dos seus pensamentos e acções."
Richard Wiseman no livro O factor Sorte

2 comentários:

Ivo Dias de Sousa disse...

Obrigado pelo referência ao meu livro.:-)

Ivo

Rui Sousa disse...

Meu caro amigo...

quando as palvras são usadas com sinceridade não há necessidade de agradecer... mas sim aceitar o gesto com orgulho do nosso ser...

um abraço
rsousa